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"É assim que começa, senhor. A febre, a raiva, o sentimento de impotência. Torna homens bons... cruéis."
―Alfred Pennyworth[fonte]

Alfred Pennyworth é o mordomo e guardião legal de Bruce Wayne desde a morte de Thomas e Martha Wayne. Ele foi responsável pela educação do garoto e o ajudou em sua cruzada como Batman. Alfred é leal, cuidadoso e o maior aliado do Homem-Morcego no combate ao crime.

Junto a Bruce, Diana e outros, Alfred ajudou a fundar a Liga da Justiça, uma associação de meta-humanos pelo mundo que tem uma boa índole.[1]

BiografiaEditar

Início da vidaEditar

Alfred nasceu no Reino Unido, em meados do século XX. Quando jovem, ele se juntaria às forças armadas de seu país e, logo depois, às forças especiais da SAS, onde Alfred receberia treinamento em inteligência, medicina de campo, armamento, bem como a capacidade de pilotar todo tipo de veículo e aeronave.

Contratado pelos WayneEditar

Em algum momento, Alfred se retirou da Força Armada Britânica e se mudou para os Estados Unidos da América, onde se se tornou mordomo e guarda-costas de Thomas Wayne e sua esposa Martha, filantropos bilionários de Gotham City. Algum tempo depois, eles tiveram um filho, Bruce, quem Alfred viria a ser um mentor.

Criando Bruce WayneEditar

Em 1981, os Waynes foram assassinados por um assaltante, enquanto levavam o jovem Bruce para ver o filme "The Mark of Zorro" no Aragon Theater, e Alfred se tornou o guardião legal de Bruce. A raiva do jovem garoto com a morte de seus pais e a culpa que ele atribuía a si mesmo era evidente, e ele proclamou que iria livrar Gotham City dos criminosos e dos corruptos, e pediu a ajuda de seu mordomo.

O "Batman"Editar

"Ah, que saudade dos dias em que nossos maiores problemas eram pinguins de corda explosivos."
―Alfred relembrando a época "simples" de Batman[fonte]

Bruce permaneceria fiel à sua palavra. Ele treinou seu corpo e mente até a beira da perfeição, e iniciou um plano de limpar Gotham do crime, se tornando o vigilante "Batman" quando adulto, com o treinamento de Alfred no SAS permitindo que ele ajudasse Bruce a construir seus numerosos aparelhos de alta tecnologia, a operar o "Batcomputador" e a dar conselhos pertinentes a Bruce durante suas missões em sua cruzada anti-crime de um homem só.

Durante a cruzada, Batman teve vários inimigos, como o Coringa e o Pinguim, o que eventualmente o deixava cansado e ferido. Alfred, sempre pôde cuidar de Bruce, mas sempre foram obrigados a melhorarem a proteção em campo de batalha, construindo novos "Bat-Trajes" para que Batman se ferisse menos.

Alfred também viu o Batman se aliar com a polícia de Gotham, construindo fortes laços com James Gordon, comissário do D.P.G.C., além de ter testemunhado outros aliados e a formação da "Bat-Família". Bruce inicialmente adotou um jovem acrobata chamado Dick Grayson, que havia perdido os pais pelo crime. Ele viria a se tornar o "Robin", ajudante do Batman em campo, até abandonar a Mansão Wayne e se tornar o vigilante solo "Asa-Noturna" em outra cidade. Enquanto ainda era aliado do Batman, Bruce ajudou a jovem Barbara Gordon a se tornar a "Batgirl", outra aliada de campo do Batman. Sua carreira durou até o Coringa deixá-la aleijada. Jason Todd foi o último aliado de Bruce e Alfred até então, ele foi adotado pelo bilionário e se tornou o segundo Robin, até ser brutalmente morto pelo Coringa e sua nova parceira Arlequina.[2]

Com todo esse peso, Bruce foi ficando mais violento com o tempo, e Alfred não seria mais capaz de controlar suas ações. Após a Batalha de Metrópolis no entanto, o Batman ficou desenfreado e começou a quebrar sua única regra–não matar–acreditando que seria melhor deixar seus inimigos irem embora do que deixá-los voltar e causar mais dor.[3][4]

A Batalha de Metrópolis em si foi um evento traumático para Bruce, já que desde então, ele começou a pesquisar mais sobre Superman, Zod e os Kryptonianos, acreditando que eles são ameaças possíveis.[5]

O "Português Branco"Editar

Bruce: "Somos criminosos Alfred, sempre fomos. Nada mudou."
Alfred: "Ah, mudou sim senhor. Tudo está diferente: homens caem do céu, deuses soltam trovões, inocentes morrem. É assim que começa, senhor. A febre, a raiva, o sentimento de impotência, torna homens bons... cruéis."
―Alfred e Bruce[fonte]
Alfred e Bruce nos computadores

Alfred e Bruce conversam sobre o "Português Branco".

Enquanto mexia em algumas modificações do capuz do Bat-Traje, Bruce chegou a Batcaverna para atualizar sua busca. Ele procurava o "Português Branco", possivelmente um homem que ele afirmava querer trazer uma bomba atômica para Gotham. Alfred então o questionou sobre seus novos métodos brutais, como uma marca que Batman estava deixando em criminosos que tinham relação com o Português Branco. Bruce afirmou que eles continuavam sendo criminosos como sempre foram, e Alfred o retrucou afirmando que tudo está diferente agora, com deuses na Terra (se referindo ao Superman e Zod) e o fato de Bruce se sentir impotente.[3]

Invadindo a mansão de LuthorEditar

Alfred: "O Morcego interrogou seis pessoas e voltou de mãos vazias. Foi Bruce Wayne que conseguiu a informação."
Bruce: "Só que Bruce Wayne não pode invadir a casa de Lex Luthor."
Alfred: "Ele não tem que fazer isso. Ele foi convidado."
―Alfred pede para Bruce ir como ele mesmo na casa de Lex[fonte]

Bruce eventualmente descobriu que Lex Luthor era a principal ligação entre alguém com o "Português Branco", e pensou em invadir sua casa e plantar uma Sanguessuga. Alfred no entanto, o lembrou de como Batman falhou com suas interrogações, e foi Bruce Wayne quem conseguiu alguma coisa sobre o "Português Branco", e lhe mostrou um convite de Luthor para uma festa beneficente que ele dará em sua casa. Alfred lhe deu assistência sobre onde estavam os servidores na casa de Lex e lhe ajudou a plantar a Sanguessuga.[3]

Conflito com BruceEditar

Alfred: "Vai começar uma guerra?"
Bruce: "Aquele desgraçado trouxe a guerra até nós, à dois anos. Alfred, conte os mortos, são milhares de pessoas! O que vem depois? Milhões? Ele tem o poder de dizimar toda a humanidade e se acreditarmos aqui que tem um por cento de chance dele ser nosso inimigo isso tem que ser considerado com certeza! Precisamos destruí-lo."
Bruce se explica para Alfred[fonte]

Eventualmente, Alfred descobriu que o "Português Branco" não tinha nada haver sobre trazer uma bomba atômica a Gotham. Quando Bruce finalmente descobriu que ele era um navio, Alfred o questionou sobre o que ele trazia. Wayne lhe disse que era um mineral caído da máquina planetária de Zod, que enfraquecia células Kryptonianas. Com o mineral em mãos, Bruce poderia lutar contra Superman quando precisasse. Alfred discordava dessa luta, acreditando que o Homem de Aço não era inimigo, porém isso não impediu o Batman de ir até o porto de Gotham tentar roubar de Anatoli Knyazev (mercenário de Luthor) a Kryptonita.[3]

Explosão do CapitólioEditar

Eventualmente, Bruce não conseguiu capturar a Kryptonita, mas plantou um rastreador no caminhão que o levaria no futuro a ela. Alfred estava colhendo lenha quando voltou para a Glasshouse, onde viu na televisão a explosão no Capitólio dos Estados Unidos, onde o Superman estava para julgamento. Ele também viu pagamentos de um programa de vítimas das Empresas Wayne de Wallace Keefe, com mensagens escritas de vermelho nele tentando confrontar Bruce.[3]

Duelo em Gotham CityEditar

Alfred e Bruce na Mansão Wayne

Alfred e Bruce na Mansão Wayne.

"E assim termina a dinastia Wayne."
―Alfred pouco depois de Bruce sair[fonte]

Na noite em que Bruce estava pronto para atacar Superman, ele foi até a velha Mansão Wayne para se lembrar de seus ancestrais. Alfred tentou convencê-lo de que era suicídio enfrentar Superman, mas não adiantou. Bruce lhe disse que a primeira geração de Wayne eram caçadores, assim como ele, e que seria a única coisa que ele fará que importa.[3]

Resgate de MarthaEditar

Batman: "Alfred, assuma o controle."
Alfred: "Ah, tudo bem. Iniciando modo drone. Imagens térmicas me mostram duas dúzias de inimigos no terceiro andar. O que acha de eu deixá-lo no segundo?"
―Alfred levando Bruce a um ponto estratégico[fonte]

Após perceber que estava sendo manipulado por Lex Luthor desde o início para combater Superman, ele é convencido por Lois Lane a ajudá-lo. Batman iria resgatar Martha Kent enquanto Clark iria atrás de Lex. Alfred deu assistência a Bruce durante o resgate, chegando até a pilotar o Batwing remotamente.[3]

Enfrentando ApocalipseEditar

Alfred acompanhou o resgate de Martha e Bruce voltando a cidade, onde testemunhou o monstro Apocalipse criado por Lex. Ele absorvia energia e era praticamente imortal, podendo ser ferido apenas com armas Kryptonianas. Batman ainda tinha um cartucho de Kryptonita em gás e a lança no porto de Gotham. Alfred o acompanhou remotamente até o porto, onde a Batwing foi destruída.[3]

O resultado do combate foi a morte de Superman e uma aliança inesperada com Diana Prince. Além disso, Bruce estava disposto a ir atrás de meta-humanos que Lex estava espionando para força uma aliança.[3]

Reunindo a LigaEditar

"O que é isso?"
―Alfred se espanta ao ver o Parademônio explodir[fonte]

Alfred acompanhou Batman enquanto ele caçava um alienígena misterioso que rodeava por Gotham. Ao capturá-lo, a criatura explodiu misteriosamente, deixando na parede símbolos que Alfred juntou aos que estavam escritos no caderno pessoal de Lex Luthor.[1]

Bruce investiga Flash e Ciborgue

Alfred mostra a Bruce os detalhes de possíveis membros para a equipe.

Eventualmente, Bruce achou melhor começar a juntar a tal aliança de meta-humanos que ele havia falado com Diana. Alfred o acompanhou de jato até o norte do Canadá, onde Arthur Curry morava. Ele era conhecido como "o protetor dos oceanos, Aquaman", e ajudava o povo de uma vila remota que tinha pouco acesso a recursos. Após se recusar a entrar na equipe, Alfred informou Bruce sobre Barry Allen, um jovem rapaz que se mudava com frequência, aparentemente com super velocidade. Bruce decidiu ir atrás dele enquanto Diana iria atrás de Victor Stone, filho de Silas Stone, cientista do Laboratórios S.T.A.R. que deu o filho como "falecido".[1]

Liga reunidaEditar

Com a Liga reunida, Diana lhes explicou que os monstros eram conhecidos como Parademônios, e serviam ao Lobo da Estepe, um conquistador de mundo que tentou dominar a Terra milhares de anos atrás. Seu objetivo atual é unir três Caixas Maternas e terraformar o planeta, transformando-o em algo parecido com Apokolips, terra-natal do Lobo.[1]

Alfred: "Você tem uma equipe."
Bruce: "O Superman lideraria esta equipe melhor do que eu. A força del..."
Alfred: "O que interessa não é a sua força ou que habilidades você tem."
Bruce: "Ele era mais humano do que eu. Ele viveu neste mundo, se apaixonou, tinha um emprego, apesar de todo o poder. O mundo precisa do Superman."
―Bruce e Alfred sobre trazer o Superman de volta[fonte]

Enquanto Lobo eventualmente conseguiu duas Caixas Maternas, Ciborgue foi capaz de trazer a última para a Liga, e Bruce decidiu usar ela para ressuscitar o Superman. Tanto Alfred, quanto Diana, acharem uma ideia ruim, mas nenhum deles mudou ele de ideia.[1]

Ao trazer o Superman de volta, a Liga localizou Lobo da Estepe em uma fábrica nuclear abandonada na Rússia, e se dirigiram para lá. Alfred ajudou Bruce via rádio enquanto ele estava no Batmóvel. Eventualmente, a Liga derrotou o monstro, livrando o mundo de mais uma ameaça.[1]

PersonalidadeEditar

"Vá lá pra cima socializar. Alguma jovem dama de Metrópolis pode ser a escolhida. Huh... 'só nos seus sonhos Alfred.'"
―Alfred pensando consigo mesmo[fonte]

Um cavalheiro inglês tradicional, Alfred sempre mantém um lábio superior rígido, mesmo sob as circunstâncias extraordinárias impostas pela identidade secreta de seu mestre. Não importa qual seja a situação, Alfred sempre responde com determinação, equanimidade e bom (embora um tanto sarcástico e seco) humor.

Embora ele e Bruce ocasionalmente briguem (especialmente quando Alfredo insistiu que o Superman não é seu inimigo), a lealdade de Alfredo permanece absoluta. Parcialmente isso poderia ser explicado por sua lealdade contínua a Thomas Wayne e um senso tradicional de dever para com o mestre. Ao mesmo tempo, Alfred encontra maneiras de expressar seu orgulho em Bruce, e sua crença na causa pela qual ele está lutando como o espantoso vigilante "Batman".

Alfred é notavelmente sábio, observador e perspicaz, pois ele é capaz de entender que são os "sentimentos de impotência" de Bruce que mudaram bastante nos últimos anos, ele é capaz de ver que o Superman não é inimigo da humanidade e tenta convencer Bruce disso, e ele é um dos poucos (junto com o super-gênio Lex Luthor) a ver através dos enganos excepcionalmente habilidosos de Bruce, como Alfred não foi enganado quando Bruce inicialmente tenta mentir para ele sobre a importação de Kryptonita.

RelacionamentosEditar

AliadosEditar

CuriosidadesEditar

  • Alfred Pennyworth é baseado no personagem de mesmo nome do universo DC Comics. Ele é constantemente retratado como o fiel mordomo de Bruce Wayne, seu guardião legal, e melhor amigo. Embora diferente da maioria das representações de como Alfred é classicamente percebido, esta atuação do personagem é mais baseada na versão da Terra-Dois de Geoff Johns.
  • Antes de Irons ser escalado, havia rumores de que o ex-ator de James Bond, Timothy Dalton, estaria em negociações para o papel do personagem.

Links externosEditar

Há uma galeria de imagens para Alfred Pennyworth. DC Comics 2016 logo

ReferênciasEditar

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 Terrio, Chris, Whedon, Joss (escritores) & Snyder, Zack (diretor) (17 de novembro de 2017). Justice League.
  2. Ayer, David (escritor e diretor) (5 de agosto de 2016). Suicide Squad.
  3. 3,0 3,1 3,2 3,3 3,4 3,5 3,6 3,7 3,8 Goyer, David S., Terrio, Chris (escritores) & Snyder, Zack (diretor) (25 de março de 2016). Batman v Superman: Dawn of Justice.
  4. Gage, Christos (e), Bennett, Joe (a), Parsons, Sean (i), Hi-Fi (col), Bennett, Deron (let) & Antone, Alex (ed). "Batman" Batman v Superman: Dawn of Justice #1: (janeiro 2016), Burbank, CA: DC Comics
  5. Gage, Christos (e), Bennett, Joe (a), Parsons, Sean (i), Hi-Fi (col), Bennett, Deron (let) & Antone, Alex (ed). "Upstairs/Downstairs": (29 de fevereiro de 2016), DC Comics